“No dia em que eu morrer, você vai perceber a falta que eu lhe faço, por quantas horas eu passei tentando fazer você feliz, por quantas vezes que eu nem pensei sobre mim, só sobre você. No dia em que eu morrer, a chuva irá juntar os rasgos, mas nem na chuva irá lavar o que tem por dentro à esquerda de você, as lembranças e as memórias que eu deixei. Na outra mão eu vou olhá-lo para que guie suas etapas em suas orações conjuntivas que você vai me pedir pra voltar e fazer você sorrir até você recordar. No dia aonde em que eu morrer, a chuva irá juntar os rasgos mas nem a chuva irá lavar o que tem dentro à esquerda de você, as lembranças e as memórias que eu deixei. Só não esqueça disso, que eu o amei apesar de tudo, eu o amei mais que tudo e todos…”

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